12 de maio de 2010

santa anormalidade I

o meu grande mal , é que nem ando assim tantas vezes na rua a admirar as pessoas que por lá andam também, quiçá a admirar tantas outras. mas eu não ando. e tantas vezes me acho uma anormal, por variados motivos. hoje fui ao porto. naquela terra consegue-se encontar com maior facilidade algumas pessoas peculiares. já não me sinto tão mal no meio da minha anormalidade. mas o que é afinal ser-se normal. é tão relativo.


*claro está que com este texto que ninguem percebeu a minha anormalidade está bastante evidente Ü

10 de maio de 2010

sorriso

uma voz tão longe, quanto a nossa distância, mas que valeu um sorriso, por todos estes anos de espera.


Ü

dança p'ra mim

de facto, homem que saiba mexer o quadril, ou que saiba dar uns bons passitos de dança, ganha logo outro encanto.

9 de maio de 2010

dr. estranho amor...

...hoje, no vagos em acustico. uma boa surpresa.

'se um dia não me lembrar, faz o favor de me esquecer.'

8 de maio de 2010

...

[kruger park*março 2010]


tudo o que é de mais chateia, e a solidão não é, de todo, excepção.

6 de maio de 2010

a ida a coimbra

zé, estamos todos a torcer por ti. vais-te safar outra vez.
abracinho

ai vida de estudante

mesmo tendo ido a coimbra ao fim da tarde, plos piores motivos, deu saudade, quando vi tanto estudante trajado.

hoje é dia da serenata monumental. e em coimbra tudo faz mais sentido. é unico. o traçar das capas pela primeira vez pelos caloiros, a ultima serenata dos veteranos. tudo preto. o respeito por uma tradição.

estive quase quase tentada a ficar.

3 de maio de 2010

cascata mood

o que eu queria mesmo...

...mesmo, era um coração de pedra.

30 de abril de 2010

minha querida queima

para quem estudou em coimbra, cidade carregadinha de tanta tradição académica, desculpem-me, mas o enterro em aveiro é tão fraquito. no entanto, continuo a dizer, desde que haja festa, vale tudo (quase, vá!).

do orgulho

um abraço muito apertadinho para ti que hoje te mostras ao mundo na concretização de mais um objectivo. mais uma tentativa de vencer. e desta é que vai! agora só páras na ONU, ou mesmo na Amnistia Internacional. tu consegues, que eu sei que sim. gosto muito de ti petit xiu.

a tua mais recente bisa Ü

29 de abril de 2010

an education

um murro no estomago. provoca dor e vómito. duro e real.

26 de abril de 2010

[da música anterior]

faz-me sempre recuar, uns bons 20 anos no tempo. aos domingos de manhã. os amigos do gaspar, com o mangerico sempre a tagarelar_oh soio toio gaspoio!
um domingo em especial, com a chegada da missinha dominical com o mano, a mãe estava a fazer almondegas com esparguete, durante muitos anos o meu prato preferido. todo o ritual dos ingredientes a moer, numa máquina propria, o fazer as bolinhas de carne, e passar por farinha, e depois aquele cheirinho.
é sempre festa quando a mãe as faz. não com tanto cerimonial, mas com o mesmo carinho.
saudades.

[sérgio godinho*é tão bom_amiigos do gaspar]

foi um aconchego tão bom, do nada, ela partilhar:

-ai esta musica hoje não me sai da cabeça!

...e já lá vai quase um mês, e já só faltam dois.

da velhice [II]

combina uma pessoa, confraternizar um pouco nas loucas [not] noites académicas aveirenses, e vai daí que o povo de desmarca todo à ultima da hora. ai que só dormi 4h, e me doem muito os pés (se não tivesse ido pra ramboia na noite anterior, já não havia chatice)- diz uma, ah e tal tenho de ficar com a minha afilhada (quando 20h antes tinha dito que nem que pedisse muito ficava em casa com ela). pois bem, e no fim do concerto de amigos, lá vim eu pra casa, a desejar beber uns shots, como nos bons velhos tempos, ao som de xutos.
já não se fazem jovens como antigamente.

Ü

[barra,2007]

que bem que sabe um dia assim! ai ai

25 de abril de 2010

da velhice [I]

trocar uma ida ao porto, às compras, para ficar todo o santo dia a limpar a casa. (houve obras e era urgente, e a mãezinha sozinha, ia ficar mais empenada do que já está. é uma questão de prioridade e bom senso).

16 de abril de 2010

diarreia verbal..

[maputo]

.é daqueles males que adoraria não sofrer. e hoje, lá tive mais uma crise. e isto dá-se quando estou consciente de um facto, mas não quero transmiti-lo à pessoa, de forma indelicada. as pessoas pensam que é "uma boca", mas na realidade eu gostava muito de ter uma espécie de filtro ao tico, ou alarme, ou o que fosse, porque nem sequer pensei, e já está dito.

mas isto não acontece sempre, se tenho tempo pra pensar, pondero a resposta. o que não aconteceu, à noitinha, quando depois de admirarem o rosto que pintei num tecido de 3 metros. o comentário foi, "ah e tal, tem os olhos muito grandes. é pena, se não fossem os olhos tão grandes.." CARVALHO! eu nunca tive jeito pra pintar, muito menos em tão grandes dimensões. mas vá, ando sensível. o que me dana é que se fosse o designer da familia, podia ter olhos grandes, e estaria perfeito. porque há coisas que nunca mudam. mas isto sou eu que digo, ciumentaaaaa, até mais não. porque há coisas que nunca mudam.

14 de abril de 2010

pode soar a "azeiteirice" mas eu gosto

e é das poucas coisas que tem animado estes dias de chuva e frio, pós férias.