15 de janeiro de 2011

hummm leitinho

o pessoal sai e bebe umas bejecas, um café, eu um chá.. e tudo bem. a noite avança, o pessoal continua a beber bejecas, a comer empalhadas e eu peço uma ucal quentinha. PÁRA TUDO! começo a achar piada às reacções, sobretudo dos que não me conhecem, e estão por perto. Ü a questão da normalidade é muito relativa.

já dizia o meu avozinho, cada tolo com a sua mania.

14 de janeiro de 2011

'diz que...'

[st tropez'09]

num início de ano que se está a fazer revelar que sendo totó, não se vai muito longe na vida, vêem os srs astrónomos, e outros que tais, anunciar que a constelação serpentário já se alinhou com a de escorpião e sagitário, pelo que ficamos com 13 signos do zoodíaco. pois e que tenho eu a ver com isso? seria-me completamente indiferente ( e na realidade é, tenho mais com que me preocupar), se não fosse aqui a menina pertencer ao novo signo do zodíaco. um ano a começar a ser cobra?? nada disso. o símbolo do serpentário é representado por um homem a agarrar uma serpente. venham a mim, serpentinhas da minha vida, que vão sentir o tratamento que merecem. =P


13 de janeiro de 2011

O amor vencerá






aconchego, nesta manhã nublada de inverno.

12 de janeiro de 2011

aiiiii

e esta é aquela noite do mês que sei garantidamente que vou dormir meeeeeeeesmo bem. foi um tal de descarregar stress, puxar coletes (aqui entre nós, sou a que mais faltas faz, mas o professor é que disse, vale tudo menos tirar fatos de banho). hoje algumas nódoas negras, que vão de certeza aparecer, e um braço todo arranhado. ossos do ofício. noite de pólo aquático. e eu gosto tanto tanto. Ü

tão espetacular

9 de janeiro de 2011

do que eu gosto

[pedrogão]
sabe-me mesmo bem, ir à missa, sem ser no siio do costume, anónima, no fim do dia de domingo. hoje não foi diferente.

5 de janeiro de 2011

cada tiro, cada melro

[entulho]



ora cada dia do ano tem sido um ensinamento.



dia 1: por muito que custe e tu não queiras, chega o dia, em que tens mesmo de eliminar pessoas da tua vida. quando já é um arrastar de muita coisa má, onde quase já só falta agressão fisica, porque a psicológica, era já inevitável.



dia 2: se calhar devias confiar mais no teu instinto em relação às pessoas que mal conheces, mas gostavas de conhecer muito bem, um dia tens uma surpresa, que podia ser evitada.



dia 3: começar a oferecer extintores a cada ex (o que quer que seja da tua vida), que se lembra de ti, para lhe fazeres um jeitinho, porque a namorada não está praí virada, ou disponivel. acho que o extintor será suficiente para o satisfazer por uns anos.



dia 4: quando deparas com o facto de que realmente tens de eliminar pessoas da tua vida. e aí vão duas. ei!



dia 5: quando a tua alma generosa quer tentar resolver as questões dos outros, fica 'sogadita', ou pelo menos fá-lo caladita, porque tu é que ficas mal vista perante toda a gente.



ora, e posto isto, a ver vamos o que aprendo amanhã.

4 de janeiro de 2011

e como eu queria paz.. toma lá disto.

[taizé]




tenho p'ra mim, que a este ritmo, acabo o ano (já para não dizer mês) desidratada e sem coração. e ainda só vamos no dia 4.

2 de janeiro de 2011

bom bom



foi passar pelas brasas, esta manhã, na praia. solzinho delicioso, e uma paz desejada.

1 de janeiro de 2011

só sei que..

AINDA VOU SER MUITO FELIZ.

try to fix me



e assim acabou uma noite de passagem de ano em dueto de karaoke coma minha querida petit xiú. Ü

1.1.11

ano novo, que trazes para mim?

12 anos depois...

[ponte de lima'09]


os D2 estão de parabéns. fomos e somos abençoados.

31 de dezembro de 2010

2010

[taizé'08]


nestes dias em que toda a gente faz balanço do seu ano, eu não sou diferente.


2010 não foi de todo o meu ano. foi o ano das traições e descofianças. cenas muito idênticas de pessoas muito diferentes e que nem se conhecem. com que raio de gente me ando eu a dar?


os amigos vão estando, assim como a família, meu porto seguro. trabalho e saúde com fartura (só agora nestes dias tinha de me dar uma constipação de me deixar atordoada dia e noite :S, mas aguenta-se), e 'só' por isto tudo foi um ano bonzinho e claro que fico grata por tudo o que tenho, na realidade.


cumpri um objectivo: santiago de compostela a pé
mais uma grande viagem sozinha: moçambique
o adeus a uma das mulheres da minha vida: avó branca
5 casamentos de pessoas que me são muito e que merecem mesmo ser felizes
a busca de casa, o encontro imediato, a falta de verba... fica adiado
uma inspiração: o filme 'into the wild'
um outro olhar sobre a minha pessoa
alguns arrufos, algumas alegrias
...

para 2011 quero sobretudo paz e sorrisos (ok ok, e tudo o que tenho tido de bom). apenas e só, tudo o que vier por acréscimo é lucro.



que assim seja com cada um de vós também.

29 de dezembro de 2010

pois é pois é

açores'08



sarah: porque é que não diz nada? uma coisa... para me fazer sentir melhor.


doctor: não há modo mais curto, sarah. na vida ou no amor, a dor deve ser sentida. as alternativas são piores. é isso que nos faz especiais, que nos faz bonitos, que nos faz de valor. a dor com que amamos. mas essa dor é acompanhada de algo mais, não é? a esperança. com a tua dor há esperança, e é o caminho onde tu estás. algum lugar entre a agonia, o optimismo e a reza. tu és humana, tu estás viva, e é isso tudo o que temos.

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brothers & sisters's1-ep15

28 de dezembro de 2010

Hope There's Someone

gostei


Continuo a pensar na frase de um amigo que dizia que o desencontro vai ser a principal causa de morte neste século. Tenho-a repetido. Trocado. Dado. É importante que a ouçam ou que a leiam antes de serem apanhados pela ausência.Este texto é capaz de saber a bacalhau cozido no Dia de Natal. Ora o Dia de Natal é dia de carnes tostadas, não do fiel bacalhau. Este desconsolo que momentaneamente vos trago é quase como aquele sádico «o que arde cura».
Sim, este texto, que pode ser dorido, também pode servir para nos fazer ir ao encontro. Ir ao encontro «é uma canseira», pensa o trintão com a comida pronta no braço do sofá. Ir ao encontro «para me desiludir de novo?», pergunta a divorciada, entupida em séries de TV que nunca foram reais. As pessoas não vão nem pelos seus dedos nem pelos seus meios. As pessoas ficam sozinhas para não se chatearem (mirrando devagarinho).
Se este texto for a espinha do bacalhau que não se queria, então vamos usá-la para prender um post algures. Usem esta espinha para se lembrarem de ir à vida que o norte é certo (prefiro esta versão).
Vem aí o início de um novo ano, aquela altura em que nos iludimos durante dias, para depois levarmos 11 meses de negação. Esperem, estou a ser injusta: ali junto a Julho/Agosto a ilusão volta com o tempo livre das férias e a nação valente a pensar que tem de mudar... mas normalmente são assuntos de cartão de crédito ou ginásio. Pouco mais há de importante na cabeça de todos nós.
Vamos ao desencontro, essa praga silenciosa que nos exterminará lentamente mas ainda assim sem que nenhum cientista revele a tempo o antídoto eficaz. A haver uma descoberta, isso quereria dizer que todos nos tínhamos rendido ao amor e, como sabemos, isso é impossível. O amor só existe nos outros. Para os outros. O amor é uma espécie de doença que já não estamos à espera de que venha ter connosco. E dizemos que sim, que sonhamos com isso, que tudo o que queríamos na vida era amar e ser amados, mas no fundo, tretas.
Entre abandonar o prato meio cheio no braço do sofá e ir ouvir as queixas de uma alma sofrida, mais vale a pele do sofá.O que acontecerá a uma civilização que deixe de amar? Porque para procriar (como sabemos e como tantas vezes foi acontecendo) não é preciso amar. Só ter a intenção e ser bem sucedido. No amor também precisamos de ambos, mas o amor é algo maior do que nós. É uma espécie de dom que usamos mal (ou não usamos de todo). Uma civilização que deixe de amar tornar-se-á apática? Deixará de ter filmes e livros e canções bonitas? Rejeitaremos os abraços ou nem sequer reconheceremos um?
Enquanto faço ficção científica penso como o amor é uma linguagem que nos deu identidade. Porque há quem viva sem ele, mas esses diluem-se na mancha grande. São pouco notados na sua indiferença. A indiferença vem de não se querer o amor. Porque os que estão sozinhos à força ainda têm braços que agarram - mesmo que já não se lembrem da última vez...
Agora que as carnes tostadas vos acamaram o estômago (depois do fiel amigo), antes de pensarem que têm de emagrecer ou mudar a cor do cabelo, antes de pensarem em carro novo ou na próxima viagem low cost, pensem no desencontro. Pensem que 2011, mesmo sendo um ano ímpar, merece um par. O vosso. E que esse rabo (neste momento ainda maior) merece um encosto diferente do sofá. Ponham-se finos. Saiam de casa, estendam os braços e promovam o encontro. Há-de calhar-vos por vezes a senhora da Bimby ou da Tupperware, o senhor do Círculo de Leitores ou o homem que conta a luz. (E quem vos diz se não estará aqui o par das vossas vidas?)
Um braço estendido em 2011 vai trazer-vos o amor ou uma boleia. Em qualquer dos casos podem ser felizes. Encontrem-se.
Oh God, make me good, but not yet!

27 de dezembro de 2010

a tradição mantém-se

todos os anos nesta semana, milhares de portugueses têm as suas férias, mas os filhos são descarregados na mesma nos infantários. alguém explica?