11 de março de 2012

às vezes sinto tantas saudades

um dia destes, estava no trabalho e falava com uma colega, da mania parvinha que os pais têm em comparar os filhos. afirmo sempre, cada criança é uma criança. eu e o meu irmão somos muito diferentes, mas muito iguais, sobretudo nos gostos e na maneira de ser.  e depois durante o almoço, lembrei-me dele outra vez e  vieram as lágrimas aos olhos. estamos pelo menos uma vez por semana juntos.

comentei com a minha mãe, que tenho saudades dele. de estar só com ele. gosto muito da minha cunhada, mas, quando está, domina conversas e tal.

hoje foi o dia de um momento de sossego só os dois, de partilhas e ajudas informáticas, e etc.. gosto muito.

pela primeira vez

muitas são as coisas que tenciono fazer na vida, e há sempre uma primeira vez para tudo. hoje foi o dia de atravessar a ponte da barra a pé, isso e mais uns 11km. até foi facilito.

10 de março de 2012

do dia de hoje

as bochechas e o nariz vermelhos do escaldão à beira mar. o silêncio quase sempre abafado por piadas e gargalhadas sonoras. a cumplicidade de olhares e abraços. a companhia. os especiais. a brisa marítima morninha. o cheiro da maresia. a pele ao ar a sentir os raios solares. o mimo. a admiração. as saudades e ainda por lá. a oração. a presença d'Ele. o "mas quero-te a ti". o sentir especial e previligiada. obrigada 

de coração cheio

depois da tarde de ontem, umas boas e sprintadas braçadas ajudaram a relaxar um pouco, sopinha e cama. não me mexi toda a santa noite, até o ombro doía hoje de manhã.

bem cedinho caminhada grande na praia com uns amigos espetaculares e especiais.
mais do que cansaço fisico , a alegria de me sentir querida.

9 de março de 2012

meu deus

por favor, do fundo do meu coração, não me dês muitas tardes como a de hoje.
obrigada.

3 de março de 2012

compromisso

aceito-o por uma ou outra causa, com uma ou outra pessoa. quase nunca cumpro quando o compromisso não passa de mim para a minha pessoa. é mais facil desistir, não tenho de dar contas e justificações. desisto quase sempre. sinto-me uma fraca por isso. sou a minha maior inimiga.

ai

e agora que veio a chuva que eu (e meio mundo) tanto desejava, estou quentinha e sequinha no conforto do meu lar, e não consigo deixar de pensar nas pessoas que não podem ter um bocadinho disto. e então agradeço infinitamente por este aconchego ' banal' mas não acessível a qualquer um.

2 de março de 2012

pior, muito pior

que um dia de chuva, é um dia que anuncia chuva. não é chuva, nem é sol, é uma claridade doentia. um cinzento que satura. é notório que dormi mal, e tive sonhos pesadelos que não davam jeito acontecerem, e foram tão reais.

mas...


é 6ª feira e o fim de semana promete, com muitos amigos e animação à mistura. weeeeeee

1 de março de 2012

não gosto muito dela...

mas é mais do que óbvio que a sra chuva está a fazer muita falta. até a mim (e à minha querida rinite).


sabia bem um dia por casa ao som da chuva, hummm.

um beijo na testa

há lá forma mais delicada e fofinha de ser cumprimentada? eu gosto muito e hoje recebi um (como desde sempre) de um grande amigo, que por circunstâncias da vida tem andado meio afastado, mas que hoje passou lá pelo meu trabalho e pediu para me chamar, e apresentar o rebento da familia. gosto destas surpresas boas. Ü

26 de fevereiro de 2012

um poema por dia nem sabe o bem que lhe fazia

Presente

"Queria neste poema a cor dos teus olhos
e queria em cada verso o som da tua voz:
depois, queria que o poema tivesse a forma
do teu corpo, e que ao contar cada sílaba
os meus dedos encontrassem os teus,
fazendo a soma que acaba no amor.

Queria juntar as palavras como os corpos
se juntam, e obedecer à única sintaxe
que dá um sentido à vida; depois,
repetiria todas as palavras que juntei
até perderem o sentido, nesse confuso
murmúrio em que termina o amor.

E queria que a cor dos teus olhos e o som
da tua voz saíssem dos meus versos
dando-me a forma do teu corpo; depois,
dir-te-ia que já não é preciso contar
as sílabas nem repetir as palavras do poema,
para saber o que significa o amor.

Então, dar-te-ia o poema de onde saíste,
como a caixa vazia da memória, e levar-te-ia
pela mão, contando os passos do amor."


Nuno Júdice, in "Os Poemas da Minha Vida".

pré-requisito de alojamento: não ficar perto de um quartel dos bombeiros

era perto da 1h da manhã, dormia eu o mais profundo sono de beleza e ... eis que começa a tocar a sirene. até bati mal. levantei-me a correr e fui à varanda. e ali fiquei alguns segundos a regelar e a tentar perceber o que se estava a passar. adormeci uma hora depois, quando me acalmei.

desde sempre, o coração dispara ao som de sirenes.


*e não foi a primeira vez que isto aconteceu. à uns bons pares de anos, estava eu acampada numa actividade de jovens, e alguem se lembrou de nos acordar assim, a meio da noite, para fazer um assalto ao castelo. era ver-me a fugir da tenda com as meias nos bolsos. a iluminação era amarela, e eu só via chamas(que felizmente nunca existiram). e não percebia porque me mandavam tirar o pijama e vestir. escusado será dizer que fui gozada durante muito tempo.

18 de fevereiro de 2012

da crise

o próximo fim de semana está lotado em muitos hoteis, casas rurais e outros que tais. não foi fácil fazer reserva com um voucher da vida é bela (e não, não disse que tinha o voucher no acto da reserva).

o meu nome do meio: faz-tudo

ah e tal, eu sei que hoje é 4ª feira, mas consegues decorar esta caixa para sábado?

ah e tal, 4 fatos de mini no domingo à tarde consegues fazer, ou então pede à tua mãe (what??).

ah e tal, combina as cenas...


ah e tal, uns tiveram sorte, a mairoria nem por isso, levou uma desanda que só parou no samouco.

16 de fevereiro de 2012

o povo diz:

'quanto mais te baixas, mas te vêem o rabo' que é como quem diz quanto mais és boazinha, tolerante e amiguinha, mais abusam de ti e te espezinham, e rebaixam.

pimbas que é para aprenderes!

15 de fevereiro de 2012

alegria

e num ano que já vai a meio do 2º mês, viva a melhor noticia até agora. alegria!

o povo diz: 'mãos frias coração quente.'

eu é mais:

'mãos quentes coração frio.'


porque tenho sempre as mãos quentes, e porque o coração está cada vez mais congelado.