um dos ensinamentos do livro do 'monge que vendeu o seu ferrari', tem a ver com a questão de que nunca devíamos ter pensamentos negativos. sempre que nos vier à mente algo de pior, substituir imediatamente por algo bom, algo que nos traga alguma paz. mas quando alguém nos desilude, como tentamos camuflar isso ao nosso pequeno cérebro? e quando as desilusões são repetitivas e já não conseguimos gerir isso tão bem?
11 de outubro de 2014
um livro por mês
em agosto li 'o monge que vendeu o seu ferrari'. um livro muito inspirador, muito adequado para as férias que tive, com muitas dicas (que ainda não consegui por em prática), e muito bom para desanuviar e acreditar no ser humano, e na diferença que podemos ser no mundo.
em setembro comecei a ler 'a desumanização', mas só terminei hoje. é um livro um pouco complexo, que exige alguma atenção, sobretudo para a minha pessoa, para a qual ler nunca foi o melhor passatempo. é do género do 'filho de mil homens' também do valter hugo mãe, mas um pouco mais elaborado e fantástico. não apreciei a escrita, mas confesso que me emocionei com o desenrolar da história e com a imprevisibilidade de cada momento.
segue-se para o mês de Outubro 'os olhos amarelos dos crocodilos' comprado há já algum tempo numa promoção qualquer e que andava esquecido na estante lá de casa. descobri agora que é o primeiro de uma triologia. parece-me que até ao final do ano já fico com os meses ocupados.
do que realmente me faz sentir bem
um dia desta semana ao almoço, lá no trabalho, falava-se de dar ou não gorjetas aos arrumadores de carros. uma colega disse que nunca dava nada a ninguém, outras dependia da situação.
eu falei um pouco do que faço. normalmente, quando volto dou, e dou mesmo. uma ou outra vez dou antes. houve até uma vez que me pediram comida e eu fui fazer o que tinha a fazer, e fui propositadamente às compras e quando cheguei ao estacionamento não estava lá ninguém. fiquei triste.
geralmente prefiro dar comida a dinheiro. mas também já o recusei, como foi o caso de uma senhora que me pediu comida à entrada de um supermercado e eu disse que sim, como se não bastasse a minha resposta afirmativa, veio o caminho todo até entrar no dito, a dizer: 'dá-me um frango, dá-me um frango' repetiu incansavelmente, até que me deu os nervos e perdi a vergonha tão minha característica e virei-me para trás e gritei-lhe um grande 'não!'. não me orgulho disso, mas ela parou, e eu não dei nada. acho que a humildade deve existir também em quem pede algo, sem exigências cansativas.
ontem umas das colegas presentes na conversa do outro dia, disse-me após o almoço que se tinha lembrado de mim. foi às compras e na porta do super mercado estava uma senhora com um bebé ao colo. ela comprou um pacote de papas e a senhora agradeceu-lhe imenso por já ter comida para a sua criança.
fiquei emocionada por de algum modo ter inspirado aquela miúda a fazer o que fez, a ajudar alguém.
9 de outubro de 2014
:)
Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro: "Provem-me que esta cadeira não existe".
Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto.
No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e entrega-a ao professor.
Este, quando a recebe, não pode deixar de sorrir depois de ler: "Que cadeira?"
um poema por dia nem sabe o bem que lhe fazia
NirvanaViver assim: sem ciúmes, sem saudades,
Sem amor, sem anseios, sem carinhos,
Livre de angústias e felicidades,
Deixando pelo chão rosas e espinhos;
Poder viver em todas as idades;
Poder andar por todos os caminhos;
Indiferente ao bem e às falsidades,
Confundindo chacais e passarinhos;
Passear pela terra, e achar tristonho
Tudo que em torno se vê, nela espalhado;
A vida olhar como através de um sonho;
Chegar onde eu cheguei, subir à altura
Onde agora me encontro - é ter chegado
Aos extremos da Paz e da Ventura!
Antero de Quental, in "Sonetos"
Sem amor, sem anseios, sem carinhos,
Livre de angústias e felicidades,
Deixando pelo chão rosas e espinhos;
Poder viver em todas as idades;
Poder andar por todos os caminhos;
Indiferente ao bem e às falsidades,
Confundindo chacais e passarinhos;
Passear pela terra, e achar tristonho
Tudo que em torno se vê, nela espalhado;
A vida olhar como através de um sonho;
Chegar onde eu cheguei, subir à altura
Onde agora me encontro - é ter chegado
Aos extremos da Paz e da Ventura!
Antero de Quental, in "Sonetos"
8 de outubro de 2014
para explorar
este é um meus 'sitios' preferidos, mas onde a minha frustração cresce... tantos projetos que tenho visto que gostava de por em pratica. tenho de fazer uma seleção, e muito provavelmente para lembrancinhas de Natal (a ver se não deixo tudo para a semana anterior).
a velhice é um posto
quando era pequena a minha mãe dizia que eram as dores do crescimento. aos 32 duvido que isso aconteça, mas é certo que tenho um 'moidouro' no joelho direito que dispensava bem. é a velhice. :)
6 de outubro de 2014
DIY de domingo à noite
ouriço cacheiro (parece mais um papa formigas)*almofada para alfinetes e agulhas
30 de setembro de 2014
e é mais ou menos isto. completamente perdida.
«Perigoso é não amar. É não lutar. É deixares-te quieto só porque sim. Perigoso é não te lembrares de sonhar e daquilo que te faz sorrir. Perigoso é o calar e aguentar. É consentir no mais ou menos. É fechar os olhos para não ver. É optar por não sentir. Perigoso é esquecer. Esqueceres-te de correr. Perigoso é não dizer. É perderes-te do teu querer. É esqueceres-te de viver.» Rita Leston
num dos meus blogues preferidos e inspiradores de sempre, o blog da Sofia.
num dos meus blogues preferidos e inspiradores de sempre, o blog da Sofia.
28 de setembro de 2014
liberdade?
não sei bem porquê, mas se calhar é porque sempre fui muito certinha e respeitadora. há um mundo que me desperta curiosidade: as prisões. numa tensão, gosto de ver os documentários sobre as cadeias mais perigosas do mundo, etc etc.
não foi difícil que a serie "orange is the new black" me chamasse a atenção. no verão passado devorei a primeira serie, e agora ando de volta da segunda. é um mundo à parte.
um destes dias dei por mim a pensar que lá no trabalho a coisa não é muito diferente. só mulheres (e o que eu não dava para ser o inverso), grupos que se formam e deformam e tentam trilhar uma e outra colega, regras intransponíveis, diretores severos, supervisão permanente e exagerada, etc etc.
como uma pessoa livre se pode sentir tão presa!
modo: pré compras
desde que fui viver sozinha, quase há 7 meses, que não me lembro de comprar muita coisa para mim. nunca fui moça muito consumista, mas também os encargos eram poucos, e não muito dada a marcas (salvo as sapatilhas), nunnca tive de fazer muitas contas. agora o caso mudou de figura, e todas as compras feitas estes meses vão direitinhas para o meu maior conforto, mas em casa.
preciso de básicos para o inverno. andei a espreitar online. agora é ajustar tudo ao orçamento disponível.
botins da H&M aqui
vestido H&M aqui
trench coat Zara aqui
botins Zara aqui
26 de setembro de 2014
finalmente a minha noite preferida
uma semana que passou à velocidade da luz, e um dia com tantas horas quantas as dos outros quatro dias da semana. um cansaço de cansaço.mas... chegou a minha noite preferida da semana. ainda tenho dois dias inteirinhos.
14 de setembro de 2014
#desafio642*9
conforto
é estar aconchegada no sofá, pode ser sozinha, mas de preferência com a minha cabeça no peito de alguém... da minha mãe, de um amigo, de alguém.
é estar aconchegada no sofá, pode ser sozinha, mas de preferência com a minha cabeça no peito de alguém... da minha mãe, de um amigo, de alguém.
#desafio642*8
ficas fechado durante 12 horas num elevador com alguém que detestas. o que acontece?
o fato de ficar fechada no elevador já era coisa para me dar conta do ser. somar ser com uma pessoa que detesto? não ia ser bonito. acho que faria limpeza à carteira, há sempre recibos a por para o lixo, etc etc.. ou então, o mais provável, falava com a pessoa, que eu não sou de ter pessoas que detesto. vai um joguinho do galo no verso dos recibos?
o fato de ficar fechada no elevador já era coisa para me dar conta do ser. somar ser com uma pessoa que detesto? não ia ser bonito. acho que faria limpeza à carteira, há sempre recibos a por para o lixo, etc etc.. ou então, o mais provável, falava com a pessoa, que eu não sou de ter pessoas que detesto. vai um joguinho do galo no verso dos recibos?
#desafio642*7
a melhor coisa que já aconteceu na parte de trás do meu carro.
geralmente ando sozinha. quando assim não acontece, são amigos, e é sempre uma animação.
geralmente ando sozinha. quando assim não acontece, são amigos, e é sempre uma animação.
#desafio642*6
a tua planta de casa está a murcha. explica porque tem mesmo que sobreviver.
(este foi o meu comentário imediato lá no blogue da catarina)
ai. ao ler o teu post de hoje, revi as minhas 3 plantas que quase quase morreram antes do verão, será que absorveram mesmo? mas outras ainda continuam vivinhas. gostop de ter plantas em casa, dão mesmo vida.
(este foi o meu comentário imediato lá no blogue da catarina)
ai. ao ler o teu post de hoje, revi as minhas 3 plantas que quase quase morreram antes do verão, será que absorveram mesmo? mas outras ainda continuam vivinhas. gostop de ter plantas em casa, dão mesmo vida.
9 de setembro de 2014
#desafio642*5
porque escreves [em inglês é mais bonito: why you write]
não escrevo. foi um dos motivos que me levou a aceitar este desafio. sempre excelente aluna na escola primária, tinha bolinha verde a tudo menos nas composições. a imaginação até existe em demasia, mas a conjugação das palavras, o brincar com trocadilhos, nunca foi comigo.
ainda hoje ao almoço uma colega comentava comigo, "pois tu és sempre muito sucinta. ainda me lembro quando o G. veio para mim, fui ler o relatório que tinhas feito, e realmente era mesmo aquilo, sem rodeios, mas o importante."
e assim sou, para fazer um texto, uma avaliação, uma apresentação, o que for, primeiro faço listas, e depois tento desenvolver (pouco). é, eu sou mais listas.
não escrevo. foi um dos motivos que me levou a aceitar este desafio. sempre excelente aluna na escola primária, tinha bolinha verde a tudo menos nas composições. a imaginação até existe em demasia, mas a conjugação das palavras, o brincar com trocadilhos, nunca foi comigo.
ainda hoje ao almoço uma colega comentava comigo, "pois tu és sempre muito sucinta. ainda me lembro quando o G. veio para mim, fui ler o relatório que tinhas feito, e realmente era mesmo aquilo, sem rodeios, mas o importante."
e assim sou, para fazer um texto, uma avaliação, uma apresentação, o que for, primeiro faço listas, e depois tento desenvolver (pouco). é, eu sou mais listas.
#desafio642*4
acordar noutro lugar
no mês de agosto fiz a viagem com o destino que me lembro desde miudinha querer visitar. Índia. um dia espero voltar para poder conhecer melhor, pois foi uma visita relâmpago. eu queria muito esse destino, e a minha amiga outros. como tão cedo não faremos assim uma viagem (infelizmente), essa área já ficaria mais ou menos visitada. decidimos esticar o orçamento mais um bocadinho, e sendo nós a comprar tudo pela net, no mês de agosto acordei em muitos lugares.
new delhi, bangkok, hanoi, ho chi min, siem reap, phuket.
o meu pequeno carrinho é um fofo, mas já me deixou ficar mal algumas (poucas) vezes. ontem foi dia de semear o cano de escape e respectiva panela. nada bonito de se ver. o primeiro pensamento foi abandonar a viatura, tamanha foi a xinfrineira. entretanto apanhei o dito cujo que ficou metros atrás no meio da estrada. logo ontem que precisava, o telemóvel ficou em casa. o que me vale é que num instante cheguei a casa a pedir ajuda. afinal podia conduzir assim, o carro é que parecia tunning, e podia apanhar um bela multinha para agravar o estrago.
entretanto já tem a dita peça substituída. um susto pequeno.
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