23 de janeiro de 2015

gratidão

ter uma casa (que é uma arca frigorifica autentica ao ponto de ver a minha própria respiração), mas ter um teto, cobertores e aquecedores para tornar esta noite mais quente, é uma dádiva que infelizmente ainda não está ao alcance de todos. 

13 de janeiro de 2015

um mês e uns dias depois

menos 2,500 kg neste corpinho. não é nada extraordinário para o tempo que foi. mas foi tempo de Natal e passagem de ano, e portanto há sempre uns abusos pelo meio. o exercício físico foi pouquito, ainda assim perdi 4 cm's no rabo e coxas. daqui a um mês e meio novo controle. diz quem sabe que se fizer tudo direitinho serão 5kg's a menos. eu tenho receio que não, mas não vou desistir do meu objetivo (são só mais 7,500 kg). amanhã recomeço, que vou fazer uma pausa ao jantar com alheira de aves (não é que aprecie muito, mas quando estamos de dieta, e que por sinal nem é assim muito restritiva, só nos apetece porcaria, é a questão do proibido). 


5 de janeiro de 2015

enquanto não se vende paciência ao kilo

'Para vivermos em paz connosco, com a sociedade actual, e em particular, com quem nos rodeia, devemo-nos focar no próximo e compreende-lo como ele é, com todas as suas particularidades. Se sabe que determinada pessoa é mais sensível a críticas ou comentários para quê fazê-los? Se pessoa Y precisa de mais motivação porque não dá-la? Somos muito ímpares e diferentes!'

e é o que tenho feito desde setembro com uma certa pessoa. não é de todo fácil, mas para me facilitar a vida no trabalho. ainda que os erros sejam mais que muitos, não adianta as chamadas de atenção porque a culpa vai ser sempre minha e vai. é deixar andar (muito contra a minha maneira de ser, e muitas vezes contar até 50). já só faltam 7 meses, que vão passar a voar.

31 de dezembro de 2014

hoje 9h30 na minha praia

hoje que nos despedimos de 2014 levo comigo algumas lembranças. não foi o melhor ano, mas foi com toda a certeza um ano de muitas conquistas, do nascimento de um novo amor pequenino que será sempre meu, da emancipação, de sonhos de terras longínquas cumpridos, de mais uma vez acreditar mais em mim, de... com toda a certeza que todas estas conquistas permitem-me agora perceber que são muito mais preciosas que aqueles dois ou três acontecimentos que me levarão ao chão, e que com alguma dificuldade me levantei, mas consegui. e é de pé (espero) que entrarei em 2015, e que este seja pelo menos tão bom.

28 de dezembro de 2014

só quem as vive é que sabe.

no almoço de Natal, dois elementos da minha família falavam quase como secretamente sobre com quem teria passado uma primita minha  (cujo pai é meu primo direito, e se divorciou faz uns dois anos) a noite de Natal, se com a mãe, ou com o pai em casa da avó paterna. eu pedi muito secamente para falarem das suas vidas. ficaram caladas mas amuadas. depois li isto.

e quase trinta anos depois ainda me custa ter de ter passado pelo menos um Natal sem a minha mãe, porque o tribunal assim decidiu. só quem as vive é que sabe.

27 de dezembro de 2014

nunca em 33 anos de vida

(ok, talvez nos primeiros 3 anos)

só comi dois bombons. dois ferrero roche em causa. não se deve à dieta, acho que se deve à constipação, ou à fartura que me deixou tão enjoada no dia de Natal.

24 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL


o espírito do Natal em minha casa.

20 de dezembro de 2014

frio

está tanto, tanto frio que à pouco quando fui à estufa da minha mãe apanhar uma alface deixei-me ficar sossegadinha uns dois minutos, e ponderei seriamente instalar-me lá dentro toda a tarde, de tão quentinha que estava!

14 de dezembro de 2014

pois é pois é...

“Por que te zangas, se zangando-te ofendes a Deus, incomodas os outros, passas tu mesmo um mau bocado... e por fim tens de te acalmar?” (Josemaría Escrivá)

12 de dezembro de 2014

dezembro: o mês de desidratação

é o natal dos hospitais (o qual via religiosamente com o meu irmão nas férias da escola) que ontem consegui ver o final.

é andar às compras e ver famílias a ponderarem muito bem o que comprar, ou um 'no fim vemos se dá para comprar'

é ver uma criança mais carenciada receber uma boneca do pai natal da escolinha, e virar-se para mim com a boneca em riste e perguntar, é para mim? com o brilho no olhar. e a alegria de poder dizer que sim, que é toda dela.

são as publicidades mais reais

são as noticias infelizmente reais

...

tudo me faz chorar. talvez porque já passei por tudo isto um pouco e compreendo a dor e a contenção, e dou graças a Deus por estar bem, muito bem, ter tudo. ainda assim custa-me muito pelos outros.

8 de dezembro de 2014

1º desafio superado

ontem tive o aniversário de uma priminha. a minha família de um modo geral apresenta sempre alguma variedade, sobretudo nas sobremesas. almocei muita alface (na falta de mais verduras), a quantidade permitida de massa e duas fatias de pernil no espeto. para sobremesa.. qual bomba de leite condensado, qual baba de camelo, qual 50000 espécies mais que estavam na mesa, nem bolo da aniversariante, apenas e só uma rodela de ananás e metade de um pêssego em calda. não custou (porque comi muito devagar e acabei por ter sempre comida no prato, e por isso ninguém me melgou com perguntas totós), mas fiquei orgulhosa da minha resistência.  

sou só eu?

quando tenho de comprar papel higiénico fico sempre um bocado de pé atrás com o papel higiénico reciclado. óbvio que não será feito com papel higiénico, espero, mas é sempre essa ideia que me ocorre. acabei por nunca comprar, alguém já?

7 de dezembro de 2014

bem bom

pode roçara infantilidade, mas nem consigo descrever esta sensação de amanhã ter mais um dia de folga. oh feriadinho bom.

6 de dezembro de 2014

*

hoje dei comigo a pensar que tudo na vida não é preciso muito, apenas o essencial. e para mim até o dinheiro, porque enquanto houver para o essencial posso dar-me por muito contente.

3 de dezembro de 2014

33

parabéns a mim pelos 33, e pelo presente que dei a mim mesma. amanhã o começo de uma nova vida. que assim seja. amén.

29 de novembro de 2014

sábado mode


faz uns 3 ou 4 anos, fui fazer o exame das alergias, o meu braço só fez reação, de umas 20, ao pó doméstico. como se não bastasse, ainda tive de levar com a boquinha do sr enfermeiro que já estava safa das lides domésticas. o pior é que não. então é sempre uma alegria entre espirros e lenços de papel.