9 de fevereiro de 2015

mexer

no sábado da outra semana foram 18kms de caminhada. o tempo ameaçou muita chuva. chegada ao destino choveu torrencialmente enquanto estava abrigada. no regresso mais ameaças, mas nada... até vislumbrar uma grande nuvem preta, mirar uma garagem, enfiar-me la dentro e granizo com toda a força. 3 minutos depois retomei, e em 10 minutos cheguei a casa.








23 de janeiro de 2015

gratidão

ter uma casa (que é uma arca frigorifica autentica ao ponto de ver a minha própria respiração), mas ter um teto, cobertores e aquecedores para tornar esta noite mais quente, é uma dádiva que infelizmente ainda não está ao alcance de todos. 

13 de janeiro de 2015

um mês e uns dias depois

menos 2,500 kg neste corpinho. não é nada extraordinário para o tempo que foi. mas foi tempo de Natal e passagem de ano, e portanto há sempre uns abusos pelo meio. o exercício físico foi pouquito, ainda assim perdi 4 cm's no rabo e coxas. daqui a um mês e meio novo controle. diz quem sabe que se fizer tudo direitinho serão 5kg's a menos. eu tenho receio que não, mas não vou desistir do meu objetivo (são só mais 7,500 kg). amanhã recomeço, que vou fazer uma pausa ao jantar com alheira de aves (não é que aprecie muito, mas quando estamos de dieta, e que por sinal nem é assim muito restritiva, só nos apetece porcaria, é a questão do proibido). 


5 de janeiro de 2015

enquanto não se vende paciência ao kilo

'Para vivermos em paz connosco, com a sociedade actual, e em particular, com quem nos rodeia, devemo-nos focar no próximo e compreende-lo como ele é, com todas as suas particularidades. Se sabe que determinada pessoa é mais sensível a críticas ou comentários para quê fazê-los? Se pessoa Y precisa de mais motivação porque não dá-la? Somos muito ímpares e diferentes!'

e é o que tenho feito desde setembro com uma certa pessoa. não é de todo fácil, mas para me facilitar a vida no trabalho. ainda que os erros sejam mais que muitos, não adianta as chamadas de atenção porque a culpa vai ser sempre minha e vai. é deixar andar (muito contra a minha maneira de ser, e muitas vezes contar até 50). já só faltam 7 meses, que vão passar a voar.

31 de dezembro de 2014

hoje 9h30 na minha praia

hoje que nos despedimos de 2014 levo comigo algumas lembranças. não foi o melhor ano, mas foi com toda a certeza um ano de muitas conquistas, do nascimento de um novo amor pequenino que será sempre meu, da emancipação, de sonhos de terras longínquas cumpridos, de mais uma vez acreditar mais em mim, de... com toda a certeza que todas estas conquistas permitem-me agora perceber que são muito mais preciosas que aqueles dois ou três acontecimentos que me levarão ao chão, e que com alguma dificuldade me levantei, mas consegui. e é de pé (espero) que entrarei em 2015, e que este seja pelo menos tão bom.

28 de dezembro de 2014

só quem as vive é que sabe.

no almoço de Natal, dois elementos da minha família falavam quase como secretamente sobre com quem teria passado uma primita minha  (cujo pai é meu primo direito, e se divorciou faz uns dois anos) a noite de Natal, se com a mãe, ou com o pai em casa da avó paterna. eu pedi muito secamente para falarem das suas vidas. ficaram caladas mas amuadas. depois li isto.

e quase trinta anos depois ainda me custa ter de ter passado pelo menos um Natal sem a minha mãe, porque o tribunal assim decidiu. só quem as vive é que sabe.

27 de dezembro de 2014

nunca em 33 anos de vida

(ok, talvez nos primeiros 3 anos)

só comi dois bombons. dois ferrero roche em causa. não se deve à dieta, acho que se deve à constipação, ou à fartura que me deixou tão enjoada no dia de Natal.

24 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL


o espírito do Natal em minha casa.

20 de dezembro de 2014

frio

está tanto, tanto frio que à pouco quando fui à estufa da minha mãe apanhar uma alface deixei-me ficar sossegadinha uns dois minutos, e ponderei seriamente instalar-me lá dentro toda a tarde, de tão quentinha que estava!

14 de dezembro de 2014

pois é pois é...

“Por que te zangas, se zangando-te ofendes a Deus, incomodas os outros, passas tu mesmo um mau bocado... e por fim tens de te acalmar?” (Josemaría Escrivá)

12 de dezembro de 2014

dezembro: o mês de desidratação

é o natal dos hospitais (o qual via religiosamente com o meu irmão nas férias da escola) que ontem consegui ver o final.

é andar às compras e ver famílias a ponderarem muito bem o que comprar, ou um 'no fim vemos se dá para comprar'

é ver uma criança mais carenciada receber uma boneca do pai natal da escolinha, e virar-se para mim com a boneca em riste e perguntar, é para mim? com o brilho no olhar. e a alegria de poder dizer que sim, que é toda dela.

são as publicidades mais reais

são as noticias infelizmente reais

...

tudo me faz chorar. talvez porque já passei por tudo isto um pouco e compreendo a dor e a contenção, e dou graças a Deus por estar bem, muito bem, ter tudo. ainda assim custa-me muito pelos outros.

8 de dezembro de 2014

1º desafio superado

ontem tive o aniversário de uma priminha. a minha família de um modo geral apresenta sempre alguma variedade, sobretudo nas sobremesas. almocei muita alface (na falta de mais verduras), a quantidade permitida de massa e duas fatias de pernil no espeto. para sobremesa.. qual bomba de leite condensado, qual baba de camelo, qual 50000 espécies mais que estavam na mesa, nem bolo da aniversariante, apenas e só uma rodela de ananás e metade de um pêssego em calda. não custou (porque comi muito devagar e acabei por ter sempre comida no prato, e por isso ninguém me melgou com perguntas totós), mas fiquei orgulhosa da minha resistência.  

sou só eu?

quando tenho de comprar papel higiénico fico sempre um bocado de pé atrás com o papel higiénico reciclado. óbvio que não será feito com papel higiénico, espero, mas é sempre essa ideia que me ocorre. acabei por nunca comprar, alguém já?

7 de dezembro de 2014

bem bom

pode roçara infantilidade, mas nem consigo descrever esta sensação de amanhã ter mais um dia de folga. oh feriadinho bom.

6 de dezembro de 2014

*

hoje dei comigo a pensar que tudo na vida não é preciso muito, apenas o essencial. e para mim até o dinheiro, porque enquanto houver para o essencial posso dar-me por muito contente.

3 de dezembro de 2014

33

parabéns a mim pelos 33, e pelo presente que dei a mim mesma. amanhã o começo de uma nova vida. que assim seja. amén.

29 de novembro de 2014

sábado mode


faz uns 3 ou 4 anos, fui fazer o exame das alergias, o meu braço só fez reação, de umas 20, ao pó doméstico. como se não bastasse, ainda tive de levar com a boquinha do sr enfermeiro que já estava safa das lides domésticas. o pior é que não. então é sempre uma alegria entre espirros e lenços de papel.

5 de novembro de 2014

adoro

dióspiros. acho que é a minha fruta preferida a seguir às nectarinas (embora eu adore fruta, e me seja demasiado complicado viver sem ela). estes vieram diretamente do quintal do tio.

sabes que não és uma miúda normal quando...

na tua hora de almoço vais dar um giro pela cidade. aproveitar o tempinho fresco e bom. vês umas lojas e não compras uma camisola por 12€, e logo a seguir compras quatro retalhos por 17€ para fazer almofadões, prendinhas de natal, e uma tentativa de camisola.


29 de outubro de 2014

a minha veia hipocondriaca

felizmente sempre tive até então uma saúde de ferro (acho que foi de toda uma parafernália de coisas que comi na minha infância, que me deram defesas suficientes. um dia falo sobre), e por isso quando tenho uma dorzita, é logo motivo para filmes, sobretudo agora em que todas as semanas sei da terrível noticia de alguém conhecido que está com cancro. 

(quase) à minha imagem e semelhança


apreciei! 

e fui

ontem fui mesmo nadar contra toda a minha vontade. custou tanto, mas com todas as minhas forças e numa aula bem puxada, os ultimos 400m foram mesmo a doer... tanto que quando me deitei até as costelas doíam com o respirar mais fundo.

a consciência ficou tranquila, embora hoje o despertador tenha tocado às 6h30, levantei-me para a caminhada, mas voltei para a cama.

28 de outubro de 2014

falta-me

falta-me sempre algo... falta-me sobretudo o acreditar em mim, acreditar que vou conseguir. uma bola de neve que parei, e não quero que comece a rolar outra vez, o tentar uma alimentação equilibrada, e ao fim de semana estragar tudo, o faltar à natação, o não querer fazer nada.. já consegui ultrapassar fases assim. agora não vai ser diferente. preciso de inspiração. preciso de parar e delinear estratégias e objectivos. e depois há dias como o de hoje em que as forças são mínimas, as dores no corpo aumentam com a preguiça, e só me apetece deitar, e ainda que com um sono perturbado, deixar-me ir...

só por causa das coisas, vou nadar.

para lá de feliz

na semana passada havia café combinado com um casal de amigos. falhas de comunicação e o meu mau feitio e cansaço de 6ª feira a funcionar quase que punha em causa um dos momentos que eu já desconfiava, vou ser novamente titi do coração. fiquei deliciada, e ainda mais com o privilégio por fazerem questão de que fosse a primeira a saber, além dos respectivos pais. eu sou assim uma mimada.

21 de outubro de 2014

miminho



das memórias que tenho da minha avó branca, a minha avó de coimbra, era que tinha imensos cobertores, e que pesados que eram quando eu dormia lá. quase não conseguia dar a volta durante a noite, mas eram tão quentinhos...

uma das suas preocupações, era poder dar a cada um dos seus netos este seu gosto. a mim e ao meu irmão (os netos mais distantes por consequências da vida), ainda uns bons anos antes de nos deixar, deu-nos dois conjuntos de lençóis bordados à mão e um cobertor.

um dia destes, já depois de estar a viver sozinha, e com a necessidade de ter de comprar lençóis, lembrei-me da herança da avó branca. trouxe-os e depois de tirados finalmente da embalagem, e de lavadinhos, foi uma delicia poder deitar-me neles. recordações boas, da melhor pessoa, e da pessoa que mais gostou de mim em toda a minha vida do lado paterno da família. e esse amor era sentido no olhar, nos abraços muito apertados, e nos beijinhos repenicados que até faziam estremecer no ouvido.

saudades.

11 de outubro de 2014

...

um dos ensinamentos do livro do 'monge que vendeu o seu ferrari', tem a ver com a questão de que nunca devíamos ter pensamentos negativos. sempre que nos vier à mente algo de pior, substituir imediatamente por algo bom, algo que nos traga alguma paz. mas quando alguém nos desilude, como tentamos camuflar isso ao nosso pequeno cérebro? e quando as desilusões são repetitivas e já não conseguimos gerir isso tão bem?

um livro por mês

em agosto li 'o monge que vendeu o seu ferrari'. um livro muito inspirador, muito adequado para as férias que tive, com muitas dicas  (que ainda não consegui por em prática), e muito bom para desanuviar e acreditar no ser humano, e na diferença que podemos ser no mundo.


em setembro comecei a ler 'a desumanização', mas só terminei hoje. é um livro um pouco complexo, que exige alguma atenção, sobretudo para a minha pessoa, para a qual ler nunca foi o melhor passatempo. é do género do 'filho de mil homens' também do valter hugo mãe, mas um pouco mais elaborado e fantástico. não apreciei a escrita, mas confesso que me emocionei com o desenrolar da história e com a imprevisibilidade de cada momento.



segue-se para o mês de Outubro 'os olhos amarelos dos crocodilos' comprado há já algum tempo numa promoção qualquer e que andava esquecido na estante lá de casa. descobri agora que é o primeiro de uma triologia. parece-me que até ao final do ano já fico com os meses ocupados. 

do que realmente me faz sentir bem

um dia desta semana ao almoço, lá no trabalho, falava-se de dar ou não gorjetas aos arrumadores de carros. uma colega disse que nunca dava nada a ninguém, outras dependia da situação.

eu falei um pouco do que faço. normalmente, quando volto dou, e dou mesmo. uma ou outra vez dou antes. houve até uma vez que me pediram comida e eu fui fazer o que tinha a fazer, e fui propositadamente às compras e quando cheguei ao estacionamento não estava lá ninguém. fiquei triste. 

geralmente prefiro dar comida a dinheiro. mas também já o recusei, como foi o caso de uma senhora que me pediu comida à entrada de um supermercado e eu disse que sim, como se não bastasse a minha resposta afirmativa, veio o caminho todo até entrar no dito, a dizer: 'dá-me um frango, dá-me um frango' repetiu incansavelmente, até que me deu os nervos e perdi a vergonha tão minha característica e virei-me para trás e gritei-lhe um grande 'não!'. não me orgulho disso, mas ela parou, e eu não dei nada. acho que a humildade deve existir também em quem pede algo, sem exigências cansativas.

ontem umas das colegas presentes na conversa do outro dia, disse-me após o almoço que se tinha lembrado de mim. foi às compras e na porta do super mercado estava uma senhora com um bebé ao colo. ela comprou um pacote de papas e a senhora agradeceu-lhe imenso por já ter comida para a sua criança.

fiquei emocionada por de algum modo ter inspirado aquela miúda a fazer o que fez, a ajudar alguém. 

9 de outubro de 2014

:)

Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro: "Provem-me que esta cadeira não existe".
Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto.
No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e entrega-a ao professor.
Este, quando a recebe, não pode deixar de sorrir depois de ler: "Que cadeira?"

um poema por dia nem sabe o bem que lhe fazia

NirvanaViver assim: sem ciúmes, sem saudades, 
Sem amor, sem anseios, sem carinhos, 
Livre de angústias e felicidades, 
Deixando pelo chão rosas e espinhos; 

Poder viver em todas as idades; 
Poder andar por todos os caminhos; 
Indiferente ao bem e às falsidades, 
Confundindo chacais e passarinhos; 

Passear pela terra, e achar tristonho 
Tudo que em torno se vê, nela espalhado; 
A vida olhar como através de um sonho; 

Chegar onde eu cheguei, subir à altura 
Onde agora me encontro - é ter chegado 
Aos extremos da Paz e da Ventura! 

Antero de Quental, in "Sonetos"

8 de outubro de 2014

para explorar

este é um meus 'sitios' preferidos, mas onde a minha frustração cresce... tantos projetos que tenho visto que gostava de por em pratica. tenho de fazer uma seleção, e muito provavelmente para lembrancinhas de Natal (a ver se não deixo tudo para a semana anterior).

a velhice é um posto

quando era pequena a minha mãe dizia que eram as dores do crescimento. aos 32 duvido que isso aconteça, mas é certo que tenho um 'moidouro' no joelho direito que dispensava bem. é a velhice. :)

6 de outubro de 2014

DIY de domingo à noite

ouriço cacheiro (parece mais um papa formigas)*almofada para alfinetes e agulhas





 vaso com fio e rendas (assim que acabei de pinter o coração, arrependi-me, mas agora já está, falta escolher um cantinho e uma plantinha)

28 de setembro de 2014

liberdade?

não sei bem porquê, mas se calhar é porque sempre fui muito certinha e respeitadora. há um mundo que me  desperta curiosidade: as prisões. numa tensão, gosto de ver os documentários sobre as cadeias mais perigosas do mundo, etc etc. 

não foi difícil que a serie "orange is the new black" me chamasse a atenção. no verão passado devorei a primeira serie, e agora ando de volta da segunda. é um mundo à parte.

um destes dias dei por mim a pensar que lá no trabalho a coisa não é muito diferente. só mulheres (e o que eu não dava para ser o inverso), grupos que se formam e deformam e tentam trilhar uma e outra colega, regras intransponíveis, diretores severos, supervisão permanente e exagerada, etc etc. 

como uma pessoa livre se pode sentir tão presa!


modo: pré compras

desde que fui viver sozinha, quase há 7 meses, que não me lembro de comprar muita coisa para mim. nunca fui moça muito consumista, mas também os encargos eram poucos, e não muito dada a marcas (salvo as sapatilhas), nunnca tive de fazer muitas contas. agora o caso mudou de figura, e todas as compras feitas estes meses vão direitinhas para o meu maior conforto, mas em casa. 
preciso de básicos para o inverno. andei a espreitar online. agora é ajustar tudo ao orçamento disponível.

botins da H&M aqui


vestido H&M aqui


trench coat Zara aqui





botins Zara aqui


26 de setembro de 2014

da minha estação preferida. fofinho


finalmente a minha noite preferida

uma semana que passou à velocidade da luz, e um dia com tantas horas quantas as dos outros quatro dias da semana. um cansaço de cansaço.mas... chegou a minha noite preferida da semana. ainda tenho dois dias inteirinhos.

14 de setembro de 2014

#desafio642*9

conforto

é estar aconchegada no sofá, pode ser sozinha, mas de preferência com a minha cabeça no peito de alguém... da minha mãe, de um amigo, de alguém.

#desafio642*8

ficas fechado durante 12 horas num elevador com alguém que detestas. o que acontece?

o fato de ficar fechada no elevador já era coisa para me dar conta do ser. somar ser com uma pessoa que detesto? não ia ser bonito. acho que faria limpeza à carteira, há sempre recibos a por para o lixo, etc etc.. ou então, o mais provável, falava com a pessoa, que eu não sou de ter pessoas que detesto. vai um joguinho do galo no verso dos recibos? 

#desafio642*7

a melhor coisa que já aconteceu na parte de trás do meu carro.

geralmente ando sozinha. quando assim não acontece, são amigos, e é sempre uma animação.

#desafio642*6

a tua planta de casa está a murcha. explica porque tem mesmo que sobreviver. 
(este foi o meu comentário imediato lá no blogue da catarina)

ai. ao ler o teu post de hoje, revi as minhas 3 plantas que quase quase morreram antes do verão, será que absorveram mesmo? mas outras ainda continuam vivinhas. gostop de ter plantas em casa, dão mesmo vida.

9 de setembro de 2014

#desafio642*5

porque escreves [em inglês é mais bonito: why you write]

não escrevo. foi um dos motivos que me levou a aceitar este desafio. sempre excelente aluna na escola primária, tinha bolinha verde a tudo menos nas composições. a imaginação até existe em demasia, mas a conjugação das palavras, o brincar com trocadilhos, nunca foi comigo.

ainda hoje ao almoço uma colega comentava comigo, "pois tu és sempre muito sucinta. ainda me lembro quando o G. veio para mim, fui ler o relatório que tinhas feito, e realmente era mesmo aquilo, sem rodeios, mas o importante."

e assim sou, para fazer um texto, uma avaliação, uma apresentação, o que for, primeiro faço listas, e depois tento desenvolver (pouco). é, eu sou mais listas.

#desafio642*4

acordar noutro lugar

no mês de agosto fiz a viagem com o destino que me lembro desde miudinha querer visitar. Índia. um dia espero voltar para poder conhecer melhor, pois foi uma visita relâmpago. eu queria muito esse destino, e a minha amiga outros. como tão cedo não faremos assim uma viagem (infelizmente), essa área já ficaria mais ou menos visitada. decidimos esticar o orçamento mais um bocadinho, e sendo nós a comprar tudo pela net, no mês de agosto acordei em muitos lugares.
new delhi, bangkok, hanoi, ho chi min, siem reap, phuket.
o meu pequeno carrinho é um fofo, mas já me deixou ficar mal algumas (poucas) vezes. ontem foi dia de semear o cano de escape e respectiva panela. nada bonito de se ver. o primeiro pensamento foi abandonar a viatura, tamanha foi a xinfrineira. entretanto apanhei o dito cujo que ficou metros atrás no meio da estrada. logo ontem que precisava, o telemóvel ficou em casa. o que me vale é que num instante cheguei a casa a pedir ajuda. afinal podia conduzir assim, o carro é que parecia tunning, e podia apanhar um bela multinha para agravar o estrago. 

entretanto já tem a dita peça substituída. um susto pequeno.

7 de setembro de 2014

isto de ser mulher

sabemos que as hormonas não andam bem, ainda assim, a miúda que acabou de cantar a versão de edge of glory da lady gaga, no fator x, fez-me ir às lágrimas. quanta paz.

#desafio642*3

escreve uma actualização do estado do Facebook no ano de 2017

preparadíssima para mais uma semana de choros dos pequeninos, e apertos no coração dos grandes.

#desafio642*2

a pior refeição num dia de festa que já comeu.

geralmente todas são mázinhas ultimamente. no sentido em que me lambuzo. hoje também foi dia. hoje foi o último dia. amanhã abraço um desafio, mais uma vez, mas mais consciente e com calma.

#desafio642*1

adoro o blog da catarina. sigo-o desde que ainda só tinha o seu filho grande. identifico-me com tanto, e admiro-a ainda mais, por tudo.




vou aceitar o desafio lançado no seu blog, o #desafio 642, e tentar ir escrevendo e partilhando.


O que pode acontecer num segundo?
uma gota de chuva que cai, um olhar que se cruza. um sorriso que surge. um suspiro. um piscar de olho.um espirro.um olá. um adeus. um principio de. o fim de.

5 de agosto de 2014

presente vindo diretamente de um vendedor de velharias na Curia


uma nota de Sto António para as meninas casadoiras. ao que eu respondi: até tu  mãe! nada a fazer, querem-me ver casada dê por onde der! e até era o meu sonho de menina... era.

4 de agosto de 2014

em junho tive o casamento do meu amigo j.p. na pousada da serra da estrela. lindo lindo!


2 meses de ausência. de confusão. de tanto sendo tão pouco. finalmente um ano letivo, o mais difícil de quase 8 anos de trabalho. a desilusão de oportunidades dadas, de confianças apunhaladas, de injustiças por vingança injustificada (se é que a vingança tem justificação). não sou nada disso. não admito. e hipocrisia é o que me pedem para ter para aguentar tudo isto. não. de mim vão ter silêncio, opiniões apenas quando pedidas. sorrisos sentidos. só. 

agora as férias. o destino que sonho desde sempre. a viagem de uma vida. faltam 4 dias para 20 dias de aventura, descoberta, fuga e cultura. porque eu preciso e mereço!

29 de maio de 2014

há dias assim

ontem. dias que nos fecham os horizontes, onde nos dizem que o que menos gostamos no trabalho será o que iremos fazer para sempre. o choque. as lágrimas. o consciencializar de que a vida dá tantas voltas. nada é definitivo. o mais importante, ter trabalho na minha área, que é tão concorrida, e  que infelizmente proporciona grande percentagem para o desemprego neste país. ver sempre o copo meio cheio.

18 de maio de 2014

4 de maio de 2014

feliz dia mãe mais querida do meu coração

daqui

a ansiedade da espera

quase a rebentar anda a minha cunhada. fez hoje as 40 semanas, e não há meio da pequena Laura querer sair.

8,5 kms pela manhã







9 de abril de 2014

ontem dia 8

um mês de vida crescida, e tem sabido bem. estranhamente ao que estava à espera.

gosto muito do meu trabalho, o que escolhi ser...

... mas há dias, como hoje, que acho que a falta de qualidade e a sanidade mental a falhar, não compensam.

28 de março de 2014

o melhor do meu dia

ao pequeno almoço ter tomado um smothie, homemade pela je, daqueles que levam tudo. eu coloquei couve, espinafres, maçã, limão, linhaça e kiwi. não foi tão agradável de beber como pensei, mas o sabor não é mau de todo.


melhor melhor, foi após almoço, não ter tido as normais tonturas e náuseas do ultimo mês e meio. será que tanta vitamina entrou logo em ação?

sei que fiz a limpeza toda de casa nas 2h30 de almoço, e nem uma tontura. ainda estou incrédula.

26 de março de 2014

eu so queria amar nadar outra vez


ou melhor... vontade de chegar até à piscina.

22 de março de 2014

titi babada

na 2ª feira foi a vez de as avós irem com a minha cunhada ver a ecografia. foi a 3d. e todas concordam que é parecida com o meu irmão.

a minha cunhada acabou de me contar tudo na primeira pessoa, e lavada em lágrimas. diz que cada vez que se lembra da carinha fica assim. 'parece que só agora caiu a ficha'- disse. e depois acrescentou,- o meu pai também acha parecida com o teu irmão, ou melhor, ele acha mesmo parecida contigo, esta zona da boca, e eu também acho.

aiiiiiiii. estas pequenas grandes noticias, fazem os meus dias brilhar.

15 de março de 2014

hipnose já alguém experimentou?

só na terceira sessão. e foi hoje.

10 de março de 2014

benvindo sol

mas o calor repentino, não. (desculpem-me os seus fãs)

nunca me dei muito bem com o calor, e então esta vaga tem-se feito sentir. hoje após almoço e sem grandes esforços tinha a tensão arterial 9,4/ 4,4.

9 de março de 2014

pareceu propositado, mas esteve longe disso

ontem, dia 8 de março, dia em que após tantos anos de luta de muitas mulheres para a igualdade e emancipação perante os homens, com 32 anos, fui viver sozinha.

dois meses depois após o inicio do processo, e de andar a adiar,ora por ainda não estar pronto, ou por querer ter mais coisas e maior conforto, ou por estar a custar aos de casa.

cházinho de mulheres em jeito de companhia. e esteve-se muito bem.

ainda faltam algumas coisas, mas aos poucos..

wish me luck.