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23 de dezembro de 2013
16 de novembro de 2013
não sei o que sinto, mas é bom.
no inicio a novidade. entretanto um sem fim de incertezas. não, não quero. não? talvez. os abraços, as caminhadas, as conversas, uma pequena cumplicidade que começa a existir, os miminhos pontuais, pelo menos um olá, estás bem? diário, as pequenas coisas, o olhar, a confusão de ainda não conseguir interpretá-lo, o receio, as mãos perfeitas e macias, a loucura, o conhecer e descobrir, a calma, a curiosidade do que vem a seguir... seja o que for. agora, uma pequena amizade que tem tudo para sobreviver. assim seja.
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| era já noite muito longa, quando eu saí de casa 'só' para receber o teu abraço. |
5 de outubro de 2013
felicidade é....
descobrir que à noite também há estrelas na areia.
parecia uma miúda ao vê-lo passar o dedo pela areia molhada, e pequenos pontos de luz surgiam como pirilampos.
parecia uma miúda ao vê-lo passar o dedo pela areia molhada, e pequenos pontos de luz surgiam como pirilampos.
18 de setembro de 2013
15 de setembro de 2013
14 de setembro de 2013
13 de setembro de 2013
1 de agosto de 2013
as surpresas. os abraços.
ontem foi um dia de emoções fortes, muita lágrima, outra tanta contida, sorrisos, palavras lindas e sentidas foram trocadas. dois abraços cheios de lágrimas ao meu pescoço, despedaçaram-me a alma.
mas aquele abraço à noite, deixou-mo (coração) a brilhar.
30 de julho de 2013
durante a minha caminhada matinal*
cheguei à conclusão que posso ter encontrado o homem da minha vida. ele é que ainda não me descobriu a mim. se não o for, é concerteza a minha alma gémea. temos tanto em comum, e tem todas aquelas niquices ou supostos pré requisitos que estupidamente elaboramos tantas vezes. e o essencial, parece-me transbordar dele. e bateram as 7h30 da manhã no sino da capela mais próxima do local por onde estava a passar.
*que tem obrigatoriamente que voltar a ser rotina, já não há tanto cansaço físico e mental e sono, que seja desculpa
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